- Categoria: Dominação
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Como está a sua submissão?
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Sempre que nós, submissas, nos entregamos a um Dominador, é com o coração em festa e com muita alegria. Nossos dias ficam mais intensos...nossos sentimentos também. Nos despojamos de nossas vontades para realizar as vontades de nosso Dono e assim seguimos felizes e motivadas. Através das tarefas, das ordens recebidas e dos contatos com o Dono, vamos mantendo sempre acesa a chama da felicidade.
Nada nos deixa mais tranquilas do que se entregar aos pés daquele a quem amamos com o corpo e a alma. Cumprimos qualquer ordem para ter um pouquinho da atenção e do carinho do Dono.
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Se nos reportarmos ao Brasil-colônia, no perÃodo da escravidão, vemos que os escravos viviam numa sensala, trabalhando exaustivamente, sem direito a concessões ou prêmios. A alimentação era escassa - mais como punição ou tortura do que propriamente por escassez de alimento. Estupros, maus tratos, espancamentos e castigos humilhantes e fisicos eram impostos sem regras ou leis que os impedissem de agir. Não eram considerados cidadãos e por isso não tinham direito legal algum. Eram usados das formas mais cruéis sem que pudessem reclamar a alguém. Portanto, não tinham prazer em servir...serviam por que eram subjugados e forçados.
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Ao contrário, num harém, as odaliscas - que eram as escravas dos sultões e faraós, apesar de serem jovens mulheres sequestradas dos povos mais pobres para viverem a serviço deles, recebiam um tratamento mais cuidadoso. Eram tratadas com esmero e estavam sempre bonitas para seu Senhor. O tratamento que recebiam era voltado ao bem estar fisico da odalisca para que esta estivesse sempre bem disposta a servir seu Faraó. Tinham alimentação saudável, vestimentas encantadoras e a atenção das Senhoras incumbidas de cuidar delas. Além disso a cada noite era escolhida uma das odaliscas para estar a serviço do Faraó. Não tinham direito a sair do palácio ou receber visitas, mas o harém era alegre e festivo. Mesmo com todas essas regalias, eram consideradas escravas porque muitas eram tiradas contra a vontade do convivio de suas familias e companheiros.
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Duas visões diferentes de escravidão, onde em ambos os casos, o comando pertencia a alguém que detinha o poder na época. Esse poder era exercicido através de regras e leis próprias.
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No SM, a "escravidão" acontece diferente porque a relação existe dentro da consensualidade. Tudo é pre estabelecido e se algum dos envolvidos quebra essas regras, a relação pode ser desfeita. Nesse ponto é inaceitável que aquela que se predispôs a ser comandada por alguém e aceitou as regras combinadas. se comporte de maneira nada submissa, cobrando, exigindo ou se lamentando o tempo todo. Por não vivermos essa relação integralmente como era antigamente - não vivermos juntos com o Dono, termos que separar nossa vida pessoal da vida do SM - nos limita em muito essa vivência. A entrega pode não ser total...podemos nos perder diante de alguns obstáculos e imposições da vida baunilha; e isso pode levar à quebra de ilusões e interesse.
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Não é raro a escrava sentir ciume, se queixar, se sentir preterida quando pertence a um harém. Os sentimentos que trazemos da vida baunilha nos acompanham e muitas vezes causam a ruptura de uma relação que a princÃpio parecia duradoura e sólida. Dividir é difÃcil...aceitar que o Dono não nos pertence e sim nós a Ele, é tão complicado como dividir por exemplo o marido com outra. Os sentimentos não mudam no SM...se você é ciumenta e possessiva será assim tanto na vida baunilha quanto no SM.
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Então, aquela relação que começou cheia de entusiasmo e de certezas, começa a perder força e intensidade. Começa a fase em que a escrava se questiona, se revolta - mesmo que intimamente - , se desmotiva e por aà vai. É chegada a hora de dar uma parada e analisar o que está acontecendo. Se é uma fase em que fazendo um exame de consciência se percebe que todas as apreensões e inseguranças são "invenções" desnecessárias ou se avaliando toda a história da relação, se descobre que de fato não é isso que quer viver. Se decidir que não está bom, avalie melhor suas necessidades e suas fantasias e procure outra forma de relação que te faça mais feliz.
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Porém, se descobrir, que mesmo com seus temores (infundados), você se sente feliz e percebe que está vivendo o que sempre desejou, é hora de repensar, se autoanalisar, respirar fundo e investir..investir nas sua fantasia...nos seus desejos e na sua felicidade. E nesse ponto, você terá amadurecido mais um pouco e poderá dar a Seu Dono o que Ele merece...sem choro, lágrimas e nem lamentações..
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Eu decidi que por mais crises que eu tenha quero ser feliz, fazendo meu DONO feliz. Sei que passarei por essas fases outras vezes porque além de escrava, sou mulher e por isso mais emotiva. E você? Já sabe em que lado se encontra?
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por: karla { K@ }
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