bdsm conto sadomasochista realA Senhora K@  me disse:

- karla, chega de moleza…sua vida boa acabou. Agora você é minha kriada para satisfazer meus desejos e me proporcionar conforto e bem estar.

Eu sabia que por trás disso estava o Mestre, observando e cuidando para que tudo saísse como Ele desejava. Então através do pensamento ofereci todo o meu sofrimento com esta vivência, para o meu amado Dono. Era por Ele que eu servia..pelo Seu prazer. Sabia que não seria fácil para nenhuma de nós estarmos aos pés de uma escrava para servi-La, mas se era vontade de nosso Mestre então daríamos nossa submissão a Ela.

 Por causa dos erros da vivência anterior que não haviam sido cobrados ainda, a Senhora me colocou no kalabouço  por 21 dias; e assim fiquei no isolamento total sem poder falar com ninguém e o que mais incomoda e faz sofrer: ficar sem contato com o Mestre. Uma das regras que deveria obedecer era a de ficar online no MSN à disposição da Senhora sempre que tivesse tempo livre. No kalabouço existem regras  a seguir; além do isolamento, eu não podia ter prazer, comer doces e massas, não podia cuidar de meus pés que com o tempo ficaram feios. Outra regra é a privação do sono: eu não poderia dormir mais que 6 horas por noite e antes de dormir deveria enviar uma mensagem ao Mestre. Esta mensagem é o meu porto seguro no fim de um dia de sofrimentos e humilhação.

Eu tinha uma série de exercícios físicos para cumprir durante o dia. Isso para que a kriada tenha uma vida saudável. Minha alimentação também era controlada. Meus dias seguiam e a cada dia chegavam tarefas e ordens novas pelo email. Eu corria para dar conta de tudo e poder com isso dar o conforto e bem estar para a Minha Senhora. Não era fácil…alguns dias, motivada, feliz e orgulhosa eu cumpria tudo com dedicação….recebia as ordens pelo celular e meu coração batia forte. Outros dias eu chorava de saudade do Mestre, me sentia sem ânimo e muito triste, esbravejava, ficava com raiva.

Mas eu não podia me deixar abater porque sabia que o Mestre esperava de mim o meu melhor. E era isso que eu colocava em mente todos os dias: o prazer do meu Dono. Quanto mais a Senhora me cobrava, mais eu me sentia motivada a continuar. Uma das frases mais faladas no Reino é a seguinte: "Não está aguentando, pede pra sair". E essa frase é sempre repetida por causa da dificuldade que é viver a Fantasia do Mestre  que passa por uma escrava ser preterida enquanto outra é a escolhida para viver a Sub da Classe Alta. 

Eu não tinha contato nenhum com a vivência das outras meninas e sempre pensava em como elas estavam se saindo. Claro que me batia aquele sentimento de rejeição…pensava que elas podiam falar com o Mestre a qualquer momento, já que nas regras delas não havia essa proibição e também podiam se deixar levar pelo prazer e gozar à vontade…quem sabe estariam gozando na CAM para Mestre? Ou pelo telefone? Tudo isso me doía muito, porque não tem castigo pior do que ficar sem contato com o Dono. Muitas vezes me rebelava e dizia que eu não merecia aquilo.

Quando à noite, eu entrava no MSN e via todos reunidos lá pensava:

- Devem estar todas conversando com o Mestre e eu aqui de fora…

Até que para evitar o sofrimento decidi não entrar mais à noite no MSN. O que os olhos não vêm o coração não sente.

Meus dias se passavam rapidamente e preenchidos pelos exercícios, inúmeras tarefas - umas de secar gelo, outras necessárias ao Reino e outras ainda simplesmente para ocupar a escrava. Durante o dia, sem ter hora predeterminada eu era cobrada pelo celular recebendo alguma ordem. E enquanto eu ia cumprindo tudo, molhada de tesão, eu idealizava o encontro real que estava para chegar. Até que chegou o dia em que Minha Senhora me disse:

- karla, prepare-se porque o encontro real será breve. Vou enviar por email as regras que você tem que seguir. E não esqueça que será cobrada exaustivamente.

Com o coração aos pulos levei um tempo para digerir as palavras da Senhora e desejei que os dias passassem depressa para que finalmente eu pudesse estar aos pés de meus Senhores para servi-Los com a felicidade no coração.

O dia do encontro finalmente chegou e apesar das muitas preocupações que ocupavam meus pensamentos, fui para o hotel no dia e horário determinado por Ela. Nunca mais tinha falado com o Mestre e minha sensação é de que Ele nem se lembrava mais de mim. Um constrangimento muito grande tomou conta de mim e por um momento esmoreci…pensei nos meus pezinhos que estavam horríveis e sem cuidado, porque me foi proibido cuidar deles durante um período muito longo; esse pensamento me fez corar na hora. Como eu iria me apresentar a meu Dono com os pés daquele jeito?  Mas era uma ordem de Minha Senhora:

- Não vai cuidar dos pés nem para o encontro com o Mestre.

Não tive escolha e quando percebi já estava diante da porta do quarto esperando que se abrisse. Assim que entrei recebi a ordem de me ajoelhar e beijar os pés de meus Senhores. E nessa hora meu coração explodiu de felicidade por estar diante de meu Dono novamente. A emoção tomou conta de mim e eu sabia que daí para frente eu não estaria mais no controle de meus atos. Obedecendo a ordem de Minha Senhora, tirei a roupa.

A Senhora  me ordenou que preparasse um lanche para Eles e os servisse na cama. Com mãos e pernas ainda trêmulas, preparei umas torradas com geleia, algumas frutas, coloquei suco nos copos, arrumei tudo numa bandeja e os servi na cama. De joelhos ao lado da cama, sem olhar diretamente para Eles, enquanto tomavam o lanche, meu coração batia descompassado e minha respiração ficava muito difícil. Ouvia-os conversar e trocar carinhos um com o outro e meu tesão ficou quase incontrolável. Talvez percebendo minha excitação, Minha Senhora estendeu um dos pés até meu rosto, batendo nele e ordenando que eu o lambesse como uma cadela. Imediatamente comecei a lambê-los e envergonhada senti minha xota se molhar toda.

Tomaram o lanche calmamente sem se preocuparem comigo, eu queria olhar pelo canto do olho, mas tinha muito medo, até num momento de descontrole olhei e fui pega transformando a calma de Minha Senhora num olhar duro e frio. Senti que seria castigada e na hora Minha Senhora me mandou levantar, ficar de frente para a parede. Esperei o que viria com curiosidade, mas temerosa. De repente, Ela abriu minhas pernas, colocou prendedores em meus mamilos e a dor me fez gemer alto. A Senhora deu-me um tapa forte no rosto dizendo:

- Quieta cadela, não quero ouvir gemidos. Você sabia que olhar diretamente para a Nobreza é erro grave não sabia? Então trate de aguentar as consequências.

Calou-se e foi só o que eu ouvi por um tempo, até que senti um estalo no ar e uma chicotada rompeu a carne de minha bunda. Sufoquei o grito pela surpresa, mas as lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto. Sou muito masoquista no lado psicológico e na humilhação, mas quando se trata de dor física não sei o quanto poso aguentar. Mas isso não importava nada para Minha Senhora e ela continuou a chicotear minha bunda causando-me um desespero muito grande. O Mestre estava impassível e de costas eu não podia vê-Lo para tentar pedir clemência. Enquanto ela me chicoteava, dizia:

- Meu Dono amado, esta cadela não sabe ainda o lugar dela, mesmo depois de tanto tempo no Reino não consegue obedecer a uma regrinha tão básica: cadelas vadias não olham diretamente para a Nobreza!

Minha bunda estava em carne viva e eu estava chorando. E era só o começo. Ela disse ao Mestre:

- Senhor, essa atitude da Minha kriadinha aguçou o meu lado sádico e por isso Lhe peço permissão para lhe dar a lição que ela está precisando.

O Mestre pela primeira vez naquele dia disse:

- Minha Delicinha, ela é Sua kriada. Faça o que quiser com ela, ela conhece bem as regras do Reino.

Ao ouvir essas palavras tão duras, minhas pernas amoleceram e quase cai no chão. Só não cai de verdade porque a Senhora se aproximou e com a boca perto de meu ouvido me disse:

- Está vendo kriadinha? Tenho carta branca para fazer o que quiser com você e pode ter certeza que estou doida para te pegar.

Deu uma risada marota e com as mãos na minha xota, percebendo que eu estava ainda molhada, deu alguns beliscões nos meus lábios vaginais me deixando sem ar.

A Senhora mandou que eu pegasse uma bacia com água morna, uma lixa de pé e um creme esfoliante que estava no banheiro e preparasse tudo para cuidar de Seus pezinhos. Obedeci e quando voltei para o quarto com tudo na mão, Eles assistiam um filme abraçados e muito envolvidos e nem se importaram comigo. Eu me ajoelhei diante de Minha Senhora, Ela entregou-me um dos pés e comecei a cuidar Deles. Molhei-os na água quente e delicadamente lixei para que ficassem macios para as brincadeiras do Mestre. Depois passei o esfoliante e fiz uma deliciosa massagem para que Minha Senhora ficasse bem relaxada. Refiz tudo no outro pezinho com o mesmo esmero. Enquanto cuidava dos pés de Minha Senhora, pensava nos meus que estavam tão feios que me envergonhava pensar neles.

Assim que A Senhora ficou satisfeita, chamou-me até a cama e pediu que eu mostrasse meus pés; demorei um instante com vergonha, quando mais uma vez recebi um tapa forte no rosto:

- Eu te dei uma ordem karla, cumpra sem pensar!

Levantei os pés e assim que ela viu, falou dando risada:

- Meu Senhor, veja os pés de Sua escravinha, estão horrorosos, o Senhor não gostará de vê-los.

Deu-me a ordem de subir na cama, me colocar de costas para o Mestre e ficar de quatro com os pés expostos. Assim que obedeci à ordem, o Senhor disse:

- Que pés mais mal cuidados. Nem se comparam aos Deliciosos pezinhos da Minha Delicinha!

Ao ouvir isso, fiquei com uma raiva danada porque meus pés estavam malcuidados por causa das ordens que cumpri durante um tempo longo. Fiquei proibida de cuidar deles. Não era justo o Mestre falar daquele jeito e fiz menção de reclamar quando senti os beliscões que Ele me dava com o alicate. Gritei de dor, gemi, tentei tirar os pés e a cada gesto meu, mais Ele me fixava à cama e torturava os pezinhos. Ainda usou alfinetes e elásticos. Depois de um tempo longo de tortura, ouvi Dele a seguinte frase:

- Agora sim eles estão destruídos e deu uma risadinha, piscando para a Senhora K@.

E eu entendi o alvo certo de Sua frase. Quando começou a vivência, já nos primeiros dias em que eu fazia os exercícios e torturava os pezinhos com feijões, tampinhas e grãos de bico, eu tinha que enviar diariamente fotos dos meus pés com as marcas das torturas e disse nos relatórios que meus pés estavam destruídos e o Mestre respondeu ao meu relatório dizendo que era para que eu parasse de fazer drama porque era cedo ainda para ter os pés destruídos e que eles ficariam destruídos de verdade no nosso encontro real.

As torturas continuaram com o alicate, os alfinetes e os elásticos, tornando-se cada vez mais insuportável e enquanto isso a Senhora torturava meus seios, beliscando-os, torcendo-os, apertando-os. Assim que o Mestre se cansou, a Senhora mandou que eu saísse da cama e fosse até o lado dela e ficasse de pé com as pernas abertas. Ainda deitada ela começou a brincar com minha xota, enfiando o dedo e me beliscando várias e várias vezes. E eu completamente excitada, temia gozar na mão Dela. Talvez para evitar que isso acontecesse, Ela parou e ordenou que eu fosse buscar uma coca zero para o Mestre e um copo de água para Ela. Arrumei tudo na bandeja e levei ao quarto, servindo-os; mas minhas mãos trêmulas derramaram um pouco da coca zero na cama provocando mais uma vez a ira de Minha Senhora.

Ela levantou-se, pegou-me pelo braço e me levou até o banheiro onde abriu o chuveiro na temperatura fria e me enfiou com tudo na água que caiu em meu corpo como se estivesse me cortando a pele. Deixou-me ali por um tempo enquanto dizia ao Mestre o quanto sou incompetente e sem jeito e que Ela não merecia uma kriada tão ordinária.

Eu estava em pânico, mas completamente excitada. Não sabia se chorava ou pedia clemência. Até que Ela me disse:

- Quer sair daí kriadinha?

Eu respondi com o corpo e os lábios tremendo de frio

- Sim Minha Senhora. Se me desse permissão eu gostaria.

- E porque quer sair? Não é bom tomar um banho para relaxar? Porque quer sair?

- Porque a água está muito fria, Minha Senhora.

- Então implore Minha kriadinha, implore!

- Por favor Minha Senhora, me deixe sair daqui.

- IMPLORE karla!

Ajoelhei-me no boxe do banheiro, com a água caindo em meu corpo, abaixei minha cabeça até o chão e disse:

- Minha Senhora, a Sua kriadinha ordinária, implora à Sua Soberana compaixão para que me deixe sair daqui.

- O que mais kriadinha? Vamos, diga.

- Prometo me comportar e me esmerar mais nas minhas tarefas. Prometo estar aos Seus pés todo o tempo para servi-La como merece. Prometo dar-Lhe conforto e prazer.

- Já chega karla, não suporto mais ouvir esse seu xororô. Saia agora e volte para o quarto, molhada mesmo e se coloque de joelhos na frente do Mestre.

Sai imediatamente. Tremendo incontrolavelmente de frio, fechei o chuveiro, fui ao quarto e me ajoelhei diante do Mestre. Eu não conseguia parar de tremer. O Mestre se levantou e dei de cara com o kazinho e a minha surpresa fez os dois rirem. A Senhora disse:

- Ficou com fome agora karla? Uma kriadinha gulosa, Mestre…o que fazemos com Ela?

Ela mandou que eu afundasse o rosto na cama e ficasse com as costas vergadas e mais uma vez, o chicote cortou minha pele; desta vez nas costas. Eu estava ainda molhada e a dor era ainda maior. Chorei e implorei, mas de nada adiantou. Enquanto eu apanhava, escutei o chuveiro sendo ligado de novo e percebi que o Mestre tomava banho. Depois de apanhar, ouvindo a Minha Senhora relatar todos os meus erros e o quanto sou uma kriadinha inapta. A surra parou e nessa hora o Mestre entrou no quarto e se acomodou na cama. A Senhora ordenou então que eu fosse com ela ao banheiro e que cuidasse de Seu banho.

Ela então tirou a lingerie que vestia e entrou na banheira; lavei suavemente todo o Seu corpo com uma esponja macia e aquilo me encantava….era uma honra estar ali cuidando de Sua higiene. Depois de satisfeita, a Senhora levantou-se e saiu da banheira. Enxuguei Seu delicado corpo com uma toalha branca macia, tomando o cuidado para não causar-Lhe desconforto. Depois ajudei-A a vestir outra linda e deslumbrante lingerie vermelha e a segui até o quarto. Lá fiquei de joelhos em frente à cama, e ignorada por Eles, assisti a uma linda cena de amor. Não olhava diretamente, mas os gemidos e os movimentos na cama me sugeriam que Eles estavam entregues aos desejos da paixão. Meu tesão foi aumentando e sem querer me toquei; percebi o erro a tempo e mais uma vez inebriada, ouvi todo o desfecho de uma história…história da qual faço parte.

Assim que gozaram intensamente, recebi a ordem que eu já esperava:

- Minha kriadinha, faça o seu trabalho.

Minha língua limpou o prazer dos dois, causando-me a felicidade plena. Ficaram na cama extasiados por um longo tempo enquanto eu, de joelhos ao lado da cama, tentava tornar eterna em minha memória as lembranças dessa sessão. Envolta nos meus pensamentos ainda ouvi:

- Minha kriadinha, é a vez de lamber os pezinhos de nosso Dono…faça!

Desajeitada, corri aos pés do Mestre e como uma cadelinha gulosa lambi Seus pezinhos com vontade, tentando tornar aqueles momentos, eternos. Lamber os pés de meu Dono sempre me deram muito tesão e eu já quase não segurava mais o gozo, quando recebi a deliciosa ordem:

- Goze Minha kriadinha, goze!

Assim terminou a sessão. Fui embora para casa com o coração aos pulos, corada, transpirando felicidade plena. Parece que a paisagem de São Paulo estava mais romântica.

por: karla { K@ }

 

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susanasub (24.02.2012 (13:03:02))
Ui.... karla querida... me surpreendendo novamente, adorei cada letra cada vírgula, muito excitante essa História, o pblema e ler esses contos em horários comerciais, é uma verdadeira tortura...

Bjs a ao Dono de vc, a sua Senhora e a vc também menina. aguardo ansiosamente o próximo.

susanasub
karla (17.03.2012 (09:55:09))
Querida susana

Estava sentindo a sua falta....rsrs Obrigada pelo carinho de sempre. Escrevo sempre feliz porque sei que tenho uma leitora cativa...rsrsrs

Beijinhos e apareça tá?

karla { Klara }

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