contos bdsm aparencias enganamcontinuação...                                                  Leia a primeira parte 

O dia passou lentamente. Não consegui me concentrar no trabalho; Peter não saia de meus pensamentos e as palavras daquele bilhete martelaram meu cérebro o dia todo. Eu estava com tanta raiva que fui rude com todos os meus funcionários e às vezes percebia Peter me observando com um olhar indescritível. A raiva só aumentava e meu trabalho não rendeu nada naquele dia. Aliviada vi o dia chegar ao fim, arrumei a papelada em cima de minha mesa para poder sair correndo dali. Passei pelas mesas dando um boa noite geral, quando ouvi de Peter a frase:

- Esteja lá pontualmente às 20:00hs!

Disse isso em voz baixa e quando olhei para ele, piscou com um sorriso disfarçado.

Saí de lá batendo a porta e ao chegar à rua parei e me recostei na parede do prédio para respirar. Percebi que além de possessa eu estava excitada, com a calcinha molhada. O manobrista trouxe meu carro e rumei para casa com os pensamentos voando alto. Assim que cheguei, recebi uma mensagem no celular dizendo: " Venha sem calcinha e totalmente depilada" . Joguei o celular com força no sofá e as lágrimas invadiram meu rosto. Eram lágrimas de revolta...de raiva..quem ele pensa que é? Como ousa me tratar assim? Mas ele não perde por esperar, amanhã mesmo vou mandá-lo embora da empresa. Ele que vá para bem longe de mim.

Arranquei a roupa e tomei um banho morno para me acalmar. Mas quanto mais eu pensava em Peter mais excitada eu ficava. Senti o meu tesão...louco...incontrolável..me toquei até explodir no mais longo e intenso gozo. E vieram mais gozos. Tão intensos quanto o primeiro. Não sei quanto tempo fiquei ali no banheiro me deixando levar pelo prazer que sentia. Foi quando fui tirada dos meus devaneios com o toque da campainha. Desliguei o chuveiro, coloquei um roupão, o chineto e fui atender.

Quando abri a porta, fiquei paralizada, gelada e não consegui me mover nem dizer nenhuma palavra. Peter estava parado com uma maleta na mão. A porta foi brutalmente empurrada e uma mão forte segurou meu pescoço quase me sufocando. Ouvi Peter dizer:

- Vadia!!!! Não me obedeceu!!!

Soltando meu pescoço deu um tapa tão forte em meu rosto que me desequilibrei e cai no chão já com lágrimas nos olhos. Asustada o olhei com indignação e ele ainda mais irritado, com o pé, forçou meu rosto no chão, que ficou marcado e um pouco inchado com o tapa, mas não tive muito tempo para pensar nisso porque ele me deu uma ordem:

- Prepare um lanche para mim!!!!

Eu ia me revoltar mas achei melhor cumprir sua ordem e tentar coloca-lo para fora de minha casa depois. Levantei-me do chão vagarosamente e fui à cozinha preparar o lanche. Assim que ficou pronto, coloquei-o numa bandeja com um guardanapo e um copo de suco e levei para ele que já estava confortavelmente sentado no sofá vendo TV. Coloquei a bandeja ao lado dele e esperei que ele comesse.

Assim que terminou, afastou a bandeja e se levantou. Veio até mim me pegando pelos cabelos forçando minha cabeça para trás e disse:

- Agora vamos cuidar da vadia!!! Você vai aprender a não me desobedecer mais.

Perguntou onde era o quarto e quando indiquei me levou até lá me atirando ao chão e ordenando que eu ficasse de joelhos. Sentou-se na cama de frente para mim e disse com uma voz imperiosa:

- Peça desculpas e beije meus pés cadela!!!

Uma raiva tão grande se apoderou de mim que eu gritei um não bem alto. E nessa hora me arrependi porque vi a raiva estampada em seu rosto. Ele levantou-me do chão pelos cabelos, debruçou-me sobre o encosto de uma cadeira e amarrou meus tornozelos e pulsos em cada um dos pés da cadeira. Eu me debatia, chorava e gritava. Foi então que ele me amordaçou, dizendo:

- Quieta vadia!!! Quer chamar a atenção do prédio todo?

Ele se afastou e vi que procurava algo na mala. Se aproximou novamente de mim e vi em sua mão um enorme chicote de couro e tentei desesperadamente me desvencilhar, o que de nada adiantou. As chicotadas me acertaram cortando minha pele logo na primeira. Mas ele incansavelmente continuou sem se importar comigo. Senti uma a uma das chicotadas como se meu corpo estivesse sendo dilacerado. Praticamente desmaiei e acho que foi nesse momento que ele parou.

Quando voltei a mim, estava na mesma posição e ele em pé ao lado me observando. Não sentia meu corpo. Estava todo dormente. Ele se aproximou e passou a mão suavemente na minha bunda. Enfiou os dedos na buceta e me explorou com determinação, demonstrando todo o poder que tinha sobre mim agora. Eu chorava em silêncio. Eperava. Sofria. Mas ao mesmo tempo estava excitada e isso era percebido pelo meu desejo escorrendo na mão dele. Me desamarrou, me levou ao banheiro e me deu um banho.

Eu não reagia, apenas aceitava os cuidados daquele homem tão perverso, que se escondia embaixo de pele de cordeiro. Enquanto isso eu o observava e tentava entender o que estava acontecendo. Quem era ele, porque ele me causava aquela gama de sentimentos: ódio, desejo e medo. O banho acabou, ele me enxugou suavemente, cuidou dos ferimentos, me levou para a cama e delicadamente me deitou sobre ela. Acomodou-se ao meu lado, me abraçou, deu-me um longo beijo e disse:

- Durma minha menina...

E repousada em seus braços adormeci.

Acordei com o dia amanhecendo. Peter tinha nas mãos uma bandeja com um delicioso café da manhã, e me disse:

- Coma e vá tomar seu banho.

Voltei ao quarto depois do banho envolta na toalha. Ele levantou-se, veio até mim, tirou a toalha jogando-a no chão. Ordenou-me que debruçasse na mesa com as pernas bem abertas e que ficasse relaxada que seria melhor para mim. Sem entneder porque, obedeci. Mais uma vez acariciou minha bunda e a abriu. Tentava força a entrada com um dedo, causando-me medo e ao mesmo tempo desejo. Até que num impeto enfiou em meu ânus um plug e o acomodou de tal forma que não saisse.

Meu grito ecoou pelo quarto; a dor era insuportável. Eu nunca tinha sido penetrada; chorei e gritei alucinadamente. Mas isso só aumentou o meu sofrimento. Ele então me levantou e disse:

- Coloque sutien, calcinha e um vestido, arrume os cabelos, faça uma maquiagem suave e vá trabalhar. Nunca mais esqueça que é minha propriedade e que estará sob meu comando agora.

Sai correndo para o trabalho, com os pensamentos num turbilhão, o corpo sentindo as dores e o coração alegre e feliz!!!
 
por: karla { K@ }

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susanasub (02.01.2012 (13:44:27))
Nossa..... me esqueci o quanto esses contos me deixam desconcertada, e, ler isso , voltar ao trabalho..... é meio complicado..Ahhhhhh karlinha... só vc mesmo, bjssssss a ti e a Toda sua inspiração.....
susanasubmissa

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