contos bdsm armadilha

continuação...                                                 Leia primeira parte

... engoli seco e fiz de tudo para não vomitar. Depois que elas almoçaram, limpei tudo e fui à sala novamente de quatro e me coloquei à disposição. Elas estavam vendo um DVD e fiquei na mesma posição durante o filme todo. Depois recebi ordens de cuidar dos outros serviços da casa. Elas queriam saber se eu sabia me comportar como uma criadinha de verdade.

Limpei a casa, lavei e passei a roupa, cuidei das arrumações e do pó. Deixei tudo brilhando, mas já estava meio assustada com tudo aquilo. Nem sempre me parecia que aquilo era mesmo uma "brincadeira". Terminei tudo já no finalzinho da tarde e recebi ordens de preparar o jantar. Assim que tudo ficou pronto e a mesa arrumada, recebi ordens de tomar banho e cuidar de toda a minha higiene...eu não jantaria naquela noite.

Obedeci prontamente porque de fato eu estava ansiosa por um banho. Eu tinha meia hora para fazer tudo enquanto elas jantavam. Assim que terminei, fui chamada para o quarto. Fecharam a porta atrás de mim  e o quarto mergulhou numa penumbra. Iluminado apenas por duas arandelas, o quarto se tornava assustador. O silêncio imperava e eu só consegui ouvir os passos delas e os sons de alguns objetos.

Totalmente assustada e achando que aquilo tudo tinha ido longe demais, eu disse:

- Chega de tudo isto. Não estou gostando da brincadeira e estou indo embora.

Disse isso e me dirigi à porta, quando fui alcançada por Diana que me puxou pelos cabelos e me jogou violentamente ao chão. Com o pé apertou meu rosto, o que me causou mais medo ainda. Percebi nesse momento que eu havia caído numa armadilha e que não tinha como fugir. Resolvi obedecer até encontrar uma maneira de sair de lá.

Ordenaram que eu ficasse de joelhos, com as pernas abertas e mãos na nuca. As duas fizeram a inspeção para ver se eu tinha cumprido exatamente todas as suas ordens. Mas minha depilação não estava de acordo com a vontade delas e por isso recebi ordens de me deitar naquela cama alta que havia no canto esquerdo do quarto.

Prenderam meus braços um em cada lado da cama e minhas pernas bem abertas em  ganchos que pendiam do teto. Fiquei mais uma vez exposta a elas. Com isso deram inicio à depilação. Passaram em minha buceta e cu um creme de barbear e com uma lâmina me depilaram toda, causando-me uma humilhação nunca sentida antes. A minha raiva era visível. Eu gemia e esbravejava, quando Verinha amordaçou-me novamente com aquela bolinha inflável. Eu parei imediatamente de gritar e me mover, porque fiquei com medo da bolinha ser inflada novamente e delas me cortarem com a lâmina. Obedeci com muita raiva e vergonha.

Assim que terminaram, senti a água escorrendo por minha buceta e cu. Estava sendo lavada e higienizada. Me secaram e Verinha dando muita risada examinou meu cu, observando que ele era virgem e bem apertadinho. Ela o rodeava com os dedos e brincava tentando introduzir um dedo nele. O que senti é inexplicável. Meu corpo reagiu a isso com um calor insuportável. Meu rosto corou tanto que estava afogueado. Desta vez não me contive e comecei a me espernear e a gritar. A bolinha dentro de minha boca começou a inflar novamente e Verinha para me castigar enfiou sem dó um dedo no meu cu.

As duas riam muito e estavam excitadíssimas pois as vi se tocarem mutuamente. Confirmando que meu cu era mesmo virgem e apertado, disseram que iam dar um jeito de me alargar logo. Implorei com sussurros que não fizessem nada, mas elas me ignoraram. Brincaram o tempo todo com minha buceta, enfiando os dedos e vários acessórios. Até que uma delas..nem sei direito quem...começou a me fazer sexo oral. Abriu minha buceta, enfiava a língua, me chupava...sugava meu clitóris..mordia meus grandes lábios. Mas o que era aquilo que eu estava sentindo? Raiva ou prazer? Percebi que era prazer quando elas riram e disseram que minha buceta estava molhadinha de desejo. Tremi...na verdade eu estava mesmo excitada e aqueles movimentos delas em minha buceta estavam me deixando louca de tesão..

Mais uma vez lutei como louca contra aquilo, mesmo desejando ardentemente. Mas Diana me segurou fortemente e Verinha me alucinava com sua boca quente e seus dedos afoitos me masturbando. Senti que meu gozo estava chegando e eu não poderia permitir que elas percebessem o quanto eu estava excitada. Mas meu medo foi em vão. Elas já haviam percebido e recebi um sonoro e forte tapa na cara me acordando.

- Você está proibida de gozar...cadelas não gozam sem permissão. Se controle vadia!!!

Verinha intensificou ainda mais as chupadas e lambidas e eu estava no meu limite. Não queria gozar...não tanto pela proibição imposta, mas por me sentir totalmente humilhada com aquela situação. Verinha havia enfiado em minha buceta um consolo e o bombeava dentro de mim, além de continuar bulinando meu clitóris. Meu desespero as divertia ainda mais.

De repente Verinha parou. Me desamarraram e me levantaram. Deitaram-se numa grande cama de casal que estava no canto direito do quarto e ordenaram que eu fosse até elas. Subi na cama de quatro e esperei nova ordem. Diana então disse algo que me paralisou:

- Agora é sua vez de nos dar prazer. Venha aqui cadelinha e nos faça gozar como merecemos. Você é nossa cadelinha sexual.

Aos prantos, totalmente desesperada, implorei que me deixassem ir embora. Que jamais contaria a alguém o que tinha acontecido. Elas se dignaram apenas a me olhar e dar gargalhadas e ouvi:

- Não vamos repetir cadela. Cumpra a ordem se não quer sofrer ainda mais.

Diana me puxou pelos cabelos até sua buceta completamente molhada e enfiou meu rosto nela até que eu começasse a obedecer. Vendo que não tinha escolha, comecei a lamber aquela buceta inchada e úmida num ritmo frenético que demonstrava a minha raiva profunda. Como pude ser tão idiota a ponto de cair naquela armação?

Enquanto eu enlouquecia Diana de tesão, Verinha me bombeava com um consolo enorme, me deixando excitada. Logo não sabia mais o que estava fazendo...quem era eu...só sei que fui coberta de uma excitação tão grande que não resisti e quando vi Diana gozar alucinadamente, não me contive e também gozei intensamente.

Verinha se masturbou e gozou junto e depois caíram as duas na cama, exaustas. Eu envergonhada e humilhada fiquei no mesmo lugar esperando novas ordens. Tive medo de me mover e ser recriminada e castigada. As duas descansaram um  pouco e me obrigaram a ficar de joelhos aos pés da cama olhando para o chão. Depois tomaram um banho enquanto eu arrumava a bagunça daquele quarto de torturas.

Quando saíram do banho vieram até mim, deram-me ordem de ir me deitar no quarto que estava reservado para mim, sem banho, sem alimentação e sem nem mesmo ir ao banheiro. Amanhã eu receberia o castigo por ter gozado sem permissão.

Fui para o meu quarto extenuada, humilhada e chorando ainda. Sentia a excitação em meu corpo só de me lembrar que estaria a serviço delas no dia seguinte e essa constatação me fez chorar ainda mais. Eu não sabia exatamente qual seria o meu destino, mas com certeza, contrariando a razão, meu corpo e minha pele queriam ficar ali com elas para sempre. Eu não lutaria mais contra meu destino...

por: karla { K@ }

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