contos bdsm pesado treinamentoA hora estava chegando e fui tomada pelo medo. Ao sair do táxi, percebi minhas pernas tremendo e foi preciso me segurar, esperar alguns momentos para poder caminhar. Enquanto eu aguardava a chegada do carro que viria me buscar, os pensamentos me consumiam.

Tudo que a Sub de Laranja me falou nos dias que antecederam a este encontro, não me saíam da minha mente. Eu havia cometido muitos pequenos erros e alguns graves. Sou uma escrava antiga no Reino e não poderia ter dado pior exemplo. Ela estava furiosa e com razão, pois eu extrapolei tudo que devia e me mostrei uma submissa desmazelada e desinteressada. O Mestre não merecia tal comportamento de uma escrava. Pelo visto Ela iria me fazer entender isso de uma vez por todas. Senti isso quando há três dias, Ela me disse:

- karla, escrava vadia, prepare-se! Você tem se mostrado muito indisciplinada ultimamente, já deu melhor de si. Por isso, vamos dar um jeito nisso de uma vez por todas. Isso porque sou boazinha e lhe darei uma nova chance.  Você vai participar de um Treinamento Intensivo e Radical - TIR. E desta vez vai aprender de qualquer jeito e espero que o tempo precioso que vamos perder, sirva para alguma coisa.

Saiu do MSN e eu fiquei ali, sem entender nada e com muitas dúvidas. Não me disse quando e nem o que eu deveria fazer. A espera foi angustiante e o medo me fez perder o sono. Foi quando na noite de ontem à meia noite em ponto, Ela me ligou e disse:

- Chegou a sua hora karla! O Mestre decidiu que irá adestrar essa cadelinha. Amanhã esteja no estacionamento do Shopping às 7 horas da manhã em ponto. Não leve absolutamente nada e vá de táxi. Coloque apenas um vestido leve e mais nada. Levante-se amanhã tome apenas um banho frio, lave os cabelos e os seque naturalmente. Não coma nada desde agora.

E desligou sem me dar chance de perguntar nada. Fiquei totalmente apavorada porque esperava ter tempo para poder me aprontar melhor para o Treinamento, mas não tive esse tempo e em lágrimas me deitei na cama sabendo que não conseguiria dormir. Pensava na ausência do Mestre. Eu não poderia ter contato com Ele e passei a noite sentindo a Sua falta. De fato as primeiras luzes do dia chegaram e eu ainda estava chorando de medo e ansiedade.  Com muito custo, com o corpo dolorido pelo remorso pelos erros levantei e fui ao banheiro cuidar da minha higiene. Entrei no chuveiro frio, e o toque da água no meu corpo me congelou ainda mais. Eu fazia tudo mecanicamente.

Lembrei que tinha marcado a depilação para dali há dois dias e isso me acordou do torpor em que me encontrava. Eu ia me encontrar com o Mestre, sem a higiene necessária. Não estavam grandes os pelos, mas mesmo assim eu sei que não seria perdoada.

Ao pensar nisso, explodi numa gargalhada medonha. Eu era mesmo uma escrava sem sorte. Fui pega de surpresa pela Senhora. Não tinha feito pés, mãos, depilação. Estava horrível e sei que a Senhora não me perdoaria de aparecer assim diante do Mestre. Do riso passei para o choro facilmente. Terminei meu banho e percebi que já eram 6 horas da manhã. Escolhi um vestido que julguei ser o mais indicado e o vesti. Olhei no espelho e vi que a não ser pelo vestido leve que cobria meu corpo, eu estava totalmente nua.

Peguei minha bolsa e sai a procura de um táxi. Ele chegou logo e assim que entrei e disse o destino ele seguiu e eu fiquei com meus pensamentos torturantes. O que aconteceria comigo? O que a Senhora tinha em mente? O que o Mestre estaria pensando de tudo isso? Não encontrei resposta para as minhas perguntas.

Agora eu estava ali no estacionamento do Shopping esperando por alguém que eu não conhecia que viria me buscar. Um carro preto parou em seguida ao meu lado. Do banco de trás desceu uma linda e jovem moça. Ela me disse:

- Bom dia karla, entre no carro e permaneça calada.

Entrei no carro às pressas e ela logo em seguida. O motorista deu a partida e rumamos para um destino para mim desconhecido. Eu fiquei quieta, de cabeça baixa, fazendo uma força enorme para não entrar em pânico. A moça ao meu lado também permanecia calada apreciando a paisagem e pude perceber que cantarolava baixinho.

Viajamos por algum tempo, eu já estava impaciente e ansiosa porque apesar do medo e de saber não seria fácil o que viria pela frente, estava curiosa o que me aguardava. Chegamos num lugar que parecia um sítio. O motorista desceu, abriu um grande portão e nos conduziu a uma mansão que ficava distante da entrada. Tinha uma piscina enorme na área externa e várias construções ao redor. Um jardim lindo e muito bem cuidado e algumas escravas que, pelo movimento, pude perceber que se desdobravam para cumprir suas obrigações.

A moça do carro me mandou descer e me conduziu até um aposento construído atrás da mansão. Era um edifício grande com vários cômodos. Apenas duas escravas limpavam e cuidavam de tudo. Ela me deixou e saiu fechando a porta. Notei o ambiente à meia luz e precisei forçar a vista para me localizar. As escravas logo se aproximaram e me levaram a outro cômodo imenso. Colocaram-me numa cela, fecharam o cadeado e depois saíram e eu fiquei na total escuridão.

Fiquei ali tentando decifrar o que iria acontecer. Pensava em onde estaria o Mestre e a Senhora Kalía? Será que me deixariam ali sozinha? O que seria de mim? Tentando lutar contra o medo, fiquei quietinha buscando escutar algum barulho que viesse de fora. Inútil. Depois de um longo tempo a porta abriu e pude avistar as duas escravas novamente. Eram lindas, usavam túnicas pretas, de uma transparência leve e insinuante, estavam descalças e portavam coleiras lindas.

Elas abriram a porta da cela, entraram e tiraram meu vestido. Pensei que seria vestida com uma túnica também, mas puxaram-me com delicadeza da cela e me levaram para outro cômodo. Ao chegar lá, dei de cara com a Senhora Kalía em pé no meio do quarto, lindamente vestida numa túnica laranja e o chicote na mão. Num canto mais distante estava o Mestre sentado numa enorme poltrona de veludo marrom com fios dourados. Ele estava deslumbrante numa calça preta e com uma túnica dourada. Meus olhos se encheram de lágrimas, mas me contive ao ouvir a Senhora Kalía dizer:

- Mestre, aqui está a Sua mocinha rebelde e relapsa: sua cadelinha vadia.

Ele então se levantou e se aproximou de mim dizendo:

- Então escrava ordinária, chegou o seu dia. Agora você vai aprender a ser uma verdadeira submissa do Reino de K@. Deverá aprender a respeitar ordens superiores e a se comportar devidamente de acordo com o papel que eu escolhi para você viver. De agora em diante você não é nada além de um simples objeto que vou moldar com ferro quente. Esqueça qualquer coisa que foi até aqui, porque de agora em diante você será o que eu quiser. Está proibida de falar. Não quero ouvir nada que venha de você. Silêncio absoluto é o que espero. De agora em diante só tem duas coisas a fazer: ouvir e obedecer.

O susto foi grande. Eu nunca  tinha visto o Mestre tão bravo e frio comigo. Nesta hora compreendi o verdadeiro significado de meus erros. O Mestre estava aborrecido e agora eu estava ali para ser castigada. As luzes fortes se acenderam e pude ver melhor que no quarto estavam o Mestre, a Senhora Kalía e mais as duas escravas que me levaram até ali. Uma delas se aproximou,  ergueu minhas mãos e as levou atrás da nuca. Me fez abrir bem as pernas. Senti o Mestre se aproximar e dar a volta em mim. De repente, Ele falou:

- O que é isto karla? Pelos na buceta? É dessa  forma que você se dedica a mim? Relaxada e displicente? É uma vadia mesmo. Cada dia você me decepciona mais!!

Olhou para a Sub de Laranja e disse:

- Cuide disso.

E voltou a se sentar. E estava petrificada e morta de vergonha e humilhada. Mas sentia que viria coisa bem pior do que isso.

As duas escravas me levaram para uma cama alta e me fizeram deitar nela; abriram meus braços e os levaram acima da cabeça e os prenderam na cabeceira da cama. Prenderam minha barriga à cama com um cinto de couro largo. Suspenderam minhas pernas bem para o alto e as abriram bem. Fiquei imóvel. Estava totalmente exposta e aberta para a Senhora. Ela então se aproximou com uma tigelinha na mão com creme de barbear e um pincel e passou na minha buceta e cu. Pegou uma gilete e começou e me depilar. Senti uma vergonha enorme por isso e as lágrimas já começaram a cair pelo meu rosto.

Enquanto me depilava verificava se estava ficando bom, abria a buceta, o cú e me expunha ainda mais à humilhação. Depois que terminou ordenou-me que ficasse de quatro na cama com a bunda empinada, as pernas bem abertas e a cabeça pra baixo. E assim Ela disse:

- Vou fazer um enema em você pra te deixar limpinha para o uso. Deve estar emporcalhada por dentro.

Senti minhas pernas amolecerem e num impulso implorei que não fizesse. E com isso deixei a Senhora Kalía possessa. Eu já tinha descumprido a ordem de não falar. Ela não disse nada, apenas enfiou um pedaço de pano na minha boca e a tampou com uma mordaça. Ordenou que eu abrissem meu cú e com fúria enfiou a mangueira do kit e a água morna começou a me invadir provocando fortes cólicas. Não segurei mais e as lágrimas de dor e humilhação rolaram solto. A Senhora Kalía para me deixar ainda mais constrangida, fazia massagens circulares na minha barriga e aquilo para mim foi uma tortura e uma humilhação imensas. Sabia que o Mestre estava assistindo tudo, por isso chorei ainda mais. Tentei me mexer, mas a Senhora Kalía ordenou-me que ficasse quieta para não ser pior. Continuou a me massagear e as cólicas aumentavam mais. Eu não aguentaria por muito tempo mais.

Acho que Ela percebeu porque retirou a mangueirinha, tirou-me a mordaça e ordenou que me levassem ao banheiro, esperassem eu me esvaziar, me dessem um banho e cuidassem da minha higiene e disse ao Mestre:

- Senhor, se for de Sua vontade, enquanto a cadelinha é higienizada podemos almoçar?

O Mestre assentiu e saíram sem me olhar. Senti como uma punhalada no peito ao ver tanto desprezo do Mestre por mim. Não tive tempo de pensar porque uma das meninas me puxou para o banheiro e ficou ali esperando. Depois  fui colocada debaixo do chuveiro frio novamente e uma das moças lavou meu corpo com uma esponja nada macia que arranhava a minha pele. Depois de lavar meus cabelos, me fez sair do chuveiro, me enxugou e escovou meus cabelos. Fez-me sair do banheiro para o quarto e no chão vi uma tigelinha com água. A escrava apontou o dedo para a tigelinha e disse para eu beber a água sem molhar nada. Depois que bebi fui levada de volta a cela e mandaram que eu descansasse por uma hora e depois começaria o meu Treinamento de fato.

Fiquei ali deitada e quieta tentando não pensar. Acabei adormecendo. Acordei com uma das escravas me sacudindo levemente. Levantei num pulo de susto e imediatamente fui levada para a mansão. Passamos ao redor da piscina, atravessamos o jardim e percebi que um barulho aumentava na medida em que nos aproximávamos. Entramos por uma grande porta que rangeu ao ser aberta.

Olhei adiante e um arrepio percorreu todo meu corpo. Fiquei parada, não conseguia caminhar. No grande salão estavam alguns Dominadores com seus escravos, homens e mulheres. Ao todo eram 10 ou 12 pessoas, mas não tive muito tempo de pensar nisso, pois, uma escrava me fez caminhar até o centro do salão onde havia um suporte de aço preso ao teto. Fui amarrada a esse suporte com as mãos para o alto e tive as pernas bem abertas e amarradas junto ao chão. Fiquei totalmente imóvel, e claro, exposta a apreciação pública.

O silêncio se fez e vi o Mestre se levantar da poltrona onde estava confortavelmente sentado ao lado da Senhora Kalía e dizer em alto e bom tom:

- Boa noite a todos. Eu os convidei para vir aqui nesta tarde para que sejam testemunhas do Treinamento que vou submeter a minha escrava karla. O motivo é que ela não tem se comportado como uma escrava digna de portar a minha coleira. Por esse motivo passará por esse treinamento, se aprender bem, se não aprender perde a minha coleira Por isso quero todos vocês, meus amigos, como testemunha desse importante momento. A minha escrava Kalía, que é a Sub de Laranja do Reino, vai me auxiliar nesse Treinamento. De antemão, eu agradeço a todos pela honrosa presença.

O Mestre então explicou aos presentes os detalhes dos meus erros e o quanto eu havia me afastado da verdadeira submissão nos últimos meses. Nisso vi que Ele olhou para um canto do salão e lá estavam todas as escravas do Reino de K@. Percebi que o meu treinamento seria usado como exemplo para elas. Fiquei ainda mais envergonhada e humilhada e, pior do que isso,  eu percebi que o Mestre não teria a menor piedade naquele momento, meus erros seriam cobrados de forma severa e cruel. Eu deveria suportar tudo, minha vontade era sair dali fortalecida para poder permanecer no Reino e ainda merecer a coleira do Mestre, mas será que eu suportaria todas as provações que estavam por vir?  Continua...

por: karla { K@ }

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