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Muitas pessoas me perguntam o motivo de eu manter diferentes coleiras no Reino de K@. Para entender a diferença e o motivo da existência delas é preciso que se conheça um pouco melhor o Reino de K@ - um lugar imaginário que criei para dar forma a minha fantasia.
No Reino a sociedade é dividida em três grupos: O Mestre, As Rainhas Konvidadas e as escravas, dispostos hierarquicamente em uma pirâmide.
O grupo das escravas forma a base da pirâmide e estão dividas em seis classes identificadas por cores: laranja, vermelha, preta, cinza, verde e marrom. Esta divisão está em consonância com os papéis que elas desempenham no dia-a-dia do Reino.
Para as três das classes - Preto, Vermelho e Laranja - que são efetivamente as minhas escravas criei, usando o meu K, koleiras com características distintas tanto para o mundo real como para o meio virtual.
Classes Virtual Real
Preto { K@ } K em prata
Vermelho | K@ | K em ouro
Laranja * K@ * K em ouro e brilhante
As classes cinza e verde, pela sua especificidade, e por não ter uma regularidade no Reino, não têm uma coleira real que as identifique. No meio virtual são identificadas apenas pela cor.
Uma última Classe, a marrom, cuja koleira virtual é = K@ = deve ser usada para identificar, as escravas convidadas do Reino. Diferentes motivações as conduzem a esse tipo de vivência: seja pelo aprendizado do SM, ou pela necessidade de descobrirem e entenderem melhor suas fantasias, ou ainda pela busca de um Dominador que as realizem como escravas. Para algumas o caminho natural é tornarem-se escravas oficiais do Reino. Para outras, que não se identificarem com a minha fantasia, vão continuar sua busca por um Dono, mas já com a experiência e os cuidados de como deverão ter para fazer uma melhor escolha.
Diferentes koleiras, diferentes elementos litúrgicos que fazem parte da tradição de um Reino imaginário construído, pouco a pouco, nestes mais de seis anos de existência. Este conjunto de elementos que compõem as classes é, no meu entendimento, uma referência para que as escravas aprenderem o respeito à hierarquia, o valor de cada um dos papéis e, sobretudo, o desejo de vivê-los, independente da diferença entre eles... No fundo são igualmente importantes, pois juntos fazem parte de uma fantasia.
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